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O lado B do perfil multitarefa

O que é o perfil multitarefa? É bom ser multitarefa ou é um tiro no pé? Porque somos doutrinados a ter esse tipo de comportamento? Como ser um tarefeiro organizado e atingir melhores resultados?

 

Provavelmente você já ouviu dizer que ter um perfil multitarefa é bom. Provavelmente também já ouviu que quanto mais coisas você sabe fazer e consegue fazer ao mesmo tempo, melhor profissional você é. E aí o que acontece? Você acaba se cobrando para se ter esse tipo de perfil e uma ansiedade sem tamanho vem a tona e você não consegue fazer nada. Você perde o foco e se sente mal por não conseguir realizar as suas entregas.

É muito engraçado como nós somos doutrinados a ter esse tipo de perfil por toda a nossa vida seja pelos nossos pais, empresas, amigos ou qualquer coisa que seja, mas acredite… existe um lado B desse tipo de perfil que não é só amores. Uma pessoa multitarefa é aquela que faz tudo o que vê pela frente esperando um resultado positivo de tudo. Ela espera um resultado satisfatório de todos os lados, mas nem sempre é isso que ela consegue. Afinal, quem quer se muito bom em todas as coisas ou quem quer fazer de tudo um pouco não é bom e não consegue fazer nada.

Porque isso acontece?

Porque o “multitarefeiro” perde o foco com facilidade, não possui a famosa “acabativa” e não se dedica 100% para nada… e se você  se dedica 70% a uma tarefa, você entrega apenas 70% a ela. Não estamos dizendo, de forma alguma, que ser “multitarefeiro” é ruim, mas você quer ser um bom “multitarefeiro”, você deve exercitar o músculo do foco, pois se não há foco, não há resultado.

Os empreendedores são obrigados a exercitar o músculo do foco no início dos seus empreendimentos, pois há uma certa obrigação em ser multitasking, no entanto isso gera algumas frustrações e ansiedades, pois o empreendedor se sente sozinho e pouco apoiado. Mas não precisamos levar isso apenas para o mundo empreendedor. No dia a dia das companhias somos impelidos a ter esse tipo de comportamento também. Em grandes empresas isso é requerido e analisado até nos processos seletivos. Se aquela pessoa não possui esse tipo de perfil, esqueça, não é contratado. Então o que fazer? Se organizar. Você pode ser multitarefa, desde que não sofra e não se perca na sua agenda.

Uma tarefa de cada vez

Daí a importância de realizar as suas tarefas uma de cada vez, obtendo a atenção plena em cada uma delas. Uma soldada americana do pentágono criou a The Don’t Do List, uma lista de atividades que você não deve fazer. Mas como assim? Este método, consiste em basicamente elencar todas as atividades que você tem pendentes em uma The Don’t Do List. Assim que todas elas estão elencadas, você só pode colocar apenas três tarefas de cada vez na sua To Do List real.

Assim que você concluir as essas três tarefas, você é permitido a colocar mais três tarefas na sua To Do List real e assim por diante. Quando o cérebro compreende que o foco dele deve ser apenas aquelas três tarefas ele entende que não haverá sofrimento a vir depois (mais tarefas) e se sente mais energizado em concluir aquilo. Trazer para o visual é uma forma de tirarmos as tarefas do imaginários (qualquer problema no imaginário é maior do que se parece). Então, trazer para o concreto, onde tudo é possível e mais fácil de acontecer. É uma forma também de organizarmos o que é mais importante para nós naquele momento. Essas três atividades, provavelmente, são aquelas que você mais necessita realizar!

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Pensando em aumentar a sua produtividade e qualidade de vida, nós do Instituto Itankale criamos um modelo de “To Don’t do List”. Você pode iniciar as suas tarefas de forma mais assertiva! Clique aqui para baixar o arquivo que irá te auxiliar neste momento da sua vida!

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